Foi anunciada pela FESINAP uma adesão à greve do pessoal não docente da Educação de cerca de 50%, com maior concentração nos estabelecimentos de Lisboa, Porto e Aveiro. A federação refere que a adesão é significativa e que ainda há escolas com taxa superior a meio.
A organização sindical destaca que a greve decorre em várias escolas do país e que, em alguns casos, a adesão ultrapassa 80%. A avaliação do movimento é de sucesso e a luta deve continuar, segundo a federação.
A FESINAP acusa o Governo de tentar limitar o direito de greve com o pacote Trabalho XXI, alegando que a medida restringe também a liberdade de manifestação. Entre as reivindicações estão a reposição de carreiras e melhores condições salariais para o pessoal não docente.
A greve foi convocada pela FESINAP e envolve instituições de Lisboa, Porto, Aveiro e outras regiões. A federação mantém o foco na revogação do pacote Trabalho XXI e na fixação de condições adequadas de trabalho para o conjunto do pessoal não docente.
Resumo das reivindicações da FESINAP: reposição de carreiras, melhoria das condições salariais e revogação do pacote Trabalho XXI que, na leitura da federação, restringe direitos laborais. O movimento continua, conforme a organização.
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