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Cerca de 50% do pessoal não docente aderiu à greve, indica FESINAP

FESINAP aponta adesão de cerca de 50% no pessoal não docente em Lisboa, Porto e Aveiro, com escolas a registar até acima de 80%, acusando o Governo de restringir a greve com o pacote Trabalho XXI

FOTO: Artur Machado
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  • A adesão do pessoal não docente à greve na Educação ronda os 50%, com maior impacto em escolas de Lisboa, Porto e Aveiro, segundo a Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESINAP).
  • A greve é descrita pela FESINAP como “bastante significativa”, com algumas escolas a registarem adesões superiores a 50% e outras acima de 80%.
  • A federação acusa o Governo de tentar limitar o direito à greve com o pacote Trabalho XXI e exige a revogação dessa medida.
  • Reivindicações da FESINAP incluem a reposição de carreiras e melhores condições salariais para o pessoal não docente.
  • A greve decorre em várias escolas do país, mantendo-se ativa e com perspetiva de continuidade.

Foi anunciada pela FESINAP uma adesão à greve do pessoal não docente da Educação de cerca de 50%, com maior concentração nos estabelecimentos de Lisboa, Porto e Aveiro. A federação refere que a adesão é significativa e que ainda há escolas com taxa superior a meio.

A organização sindical destaca que a greve decorre em várias escolas do país e que, em alguns casos, a adesão ultrapassa 80%. A avaliação do movimento é de sucesso e a luta deve continuar, segundo a federação.

A FESINAP acusa o Governo de tentar limitar o direito de greve com o pacote Trabalho XXI, alegando que a medida restringe também a liberdade de manifestação. Entre as reivindicações estão a reposição de carreiras e melhores condições salariais para o pessoal não docente.

A greve foi convocada pela FESINAP e envolve instituições de Lisboa, Porto, Aveiro e outras regiões. A federação mantém o foco na revogação do pacote Trabalho XXI e na fixação de condições adequadas de trabalho para o conjunto do pessoal não docente.

Resumo das reivindicações da FESINAP: reposição de carreiras, melhoria das condições salariais e revogação do pacote Trabalho XXI que, na leitura da federação, restringe direitos laborais. O movimento continua, conforme a organização.

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