- O serviço de higiene da Câmara Municipal de Évora registou 95% de adesão à greve geral até às 8h00 de quarta-feira, convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo.
- Na noite de terça-feira e madrugada de hoje, os impactos já se fizeram sentir na recolha de resíduos, com adesão de 100% e nenhum camião de recolha a sair à rua.
- Antónia Boeiro, dirigente do STAL de Évora, afirmou que o impacto é bastante positivo, embora ainda cedo para avaliar a adesão total em todo o concelho.
- A dirigente sindical considera o pacote laboral como uma degradação das condições de vida e de trabalho, com contratos a ser restringidos.
O serviço de higiene da Câmara Municipal de Évora registou uma adesão à greve geral de 95% até às 8h00 desta quarta-feira, convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo. O balanço inicial indica um impacto significativo no município.
Os trabalhadores do setor relataram que, durante a noite de terça-feira e a madrugada de hoje, a adesão chegou a 100%, impedindo a saída de veículos de recolha de resíduos à rua. A liderança do STAL de Évora reforçou que a paralisação épartida pela contestação ao atual pacote laboral.
A dirigente sindical Antónia Boeiro sublinhou que o enquadramento atual do pacote laboral agrava as condições de vida e de trabalho e pode levar a uma restrição de contratos. Ela acrescentou que é possível observar a adesão real à paralisação apenas quando o serviço abrir às 9h00.
Impacto no serviço e perspetivas
Os cortes na atividade do serviço de higiene devem-se à greve a nível nacional, com o objetivo de pressionar o Governo a reverter medidas do pacote laboral. O município de Évora mantém o acompanhamento da evolução da adesão ao longo do dia para quantificar o impacto operativo. A administração municipal não indicou procedimentos adicionais neste momento.
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