- Trabalhadores da EMEL vão realizar uma greve parcial de 22 a 25 de junho, anunciou a administração.
- O movimento é convocado pelo Sindicato dos Trabalhadores da EMEL e exige uma revisão salarial digna.
- A administração garante que a greve não afetará serviços essenciais e que está a trabalhar para minimizar os impactos.
- A EMEL atravessa dificuldades financeiras e tem implementado contenção de custos, incluindo redução de horários e suspensão de alguns serviços.
- O sindicato afirma a necessidade de melhorar as condições salariais e laborais, e a administração diz manter o diálogo para encontrar soluções.
Os trabalhadores da EMEL avançam com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, anunciou hoje a administração da empresa municipal de mobilidade e estacionamento de Lisboa. A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da EMEL, que exige uma revisão salarial digna e visa pressionar a administração a negociar de forma séria e responsável.
A administração assegura que a greve não afetará serviços essenciais e está a trabalhar para minimizar os impactos. A decisão acontece num contexto de dificuldades financeiras para a EMEL, com medidas de contenção de custos em curso.
Contexto financeiro e pedidos
O sindicato afirma que os trabalhadores não têm aumentos significativos há vários anos e que a greve é necessária para melhorar as condições salariais e laborais. A administração apela ao entendimento e declara disponibilidade para manter o diálogo visando soluções que beneficiem ambas as partes.
A empresa tem vindo a reduzir horários e a suspender alguns serviços como parte de uma estratégia de contenção de custos. A EMEL garante continuar a dialogar para encontrar vias que assegurem a continuidade dos serviços sem comprometer a viabilidade financeira.
Entre na conversa da comunidade