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Leitão Amaro vê Prestação Social Única como impulso para evitar pobreza

Leitão Amaro vê a Prestação Social Única como trampolim para o trabalho e luta contra a pobreza, enquanto a lei laboral deve avançar no parlamento

Ministro Leitão Amaro
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  • O Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou que a lei laboral deverá ser aprovada como está e que vão trabalhar nisso no parlamento.
  • Sobre a Prestação Social Única, disse que a rede de apoio tem de servir de trampolim para incentivar o trabalho e evitar a armadilha da pobreza.
  • Leitão Amaro afirmou que foram mudadas as regras de cálculo para que trabalhar continue a ser vantajoso.
  • Em entrevista à CMTV, falou também da distribuição de jornais no interior, explicando que, com menos leitores, o custo por jornal aumenta, especialmente com o aumento dos combustíveis.
  • O ministro sustentou que não se podem deixar territórios para trás.

Em atualização.

O Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou que a lei laboral deverá ser aprovada tal como está, acrescentando que o governo tem pensado nisso e que vai “fazer por isso no parlamento” durante uma entrevista ao Correio da Manhã. A frase indica intenção de apoio ao processo legislativo sem alterar o texto em análise.

Sobre a Prestação Social Única, Leitão Amaro defendeu que a rede de apoio social deve funcionar como um trampolim para o emprego, servindo de incentivo para trabalhar e ajudando a evitar a armadilha da pobreza. O ministro disse ainda que as regras de cálculo foram ajustadas para tornar o trabalho mais compensador.

Na entrevista à CMTV, o ministro abordou a distribuição de jornais no interior do país. Explicou que, com menos leitores numa região, o custo por exemplar aumenta, em parte devido ao maior custo relativo de combustíveis. Apesar disso, afirmou que não é admissível deixar estes territórios para trás.

Distribuição de jornais no interior

A análise de Leitão Amaro aponta para o desafio económico da distribuição em zonas com baixa população. O ministro sublinhou a necessidade de encontrar soluções que assegurem a continuidade da oferta de informação, mesmo em áreas menos populosas. Não foram apresentadas propostas específicas durante a entrevista.

Impacto macro e regional

O ministro reiterou que as medidas vão ao encontro de uma estratégia de coesão territorial, com especial atenção aos custos de mobilidade e ao acesso a serviços básicos. Não houve anúncio de medidas imediatas, apenas a referência à importância de manter a presença jornalística em regiões menos servidas.

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