- A CGTP prepara uma greve geral com perturbações esperadas em transportes, hospitais, escolas e aeroportos, entre outros setores.
- A paralisação, contra o pacote laboral do Governo, arranca sem o apoio da UGT, quebrando a frente sindical.
- Diversos setores — incluindo transportes, aeroportos, hospitais e escolas — devem registar perturbações significativas hoje.
- A mobilização é apresentada como uma demonstração da força de contestação à nova lei do trabalho.
- Montenegro desvaloriza o impacto da paralisação.
A CGTP anunciou uma greve geral em Portugal para hoje, com a intenção de perturbar transportes, hospitais, escolas e aeroportos, entre outros serviços essenciais. A paralisação surge como resposta ao pacote laboral do Governo e avança sem o apoio da UGT.
A central sindical pretende uma mobilização maciça para testar a força de contestação à nova lei trabalhista, seguindo uma linha de atuação definida pela CGTP. Os setores de transportes, saúde, educação e aviação devem registar interrupções significativas.
O Primeiro-Ministro António Costa pediu calma e sublinhou que os serviços mínimos vão assegurar funções básicas, minimizando impactos para a população. Montenegro desvaloriza o efeito da paralisação na vida quotidiana dos cidadãos.
De forma organizada, a greve envolve trabalhadores de dezenas de setores, com foco em pressionar o Governo a recuar ou revisar o pacote laboral. A participação de outras confederações ficou fora da frente conjunta com a CGTP.
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