- A época balnear começa esta segunda-feira na maioria das praias portuguesas, com vigilância em praias não balneares por parte das câmaras municipais.
- Portugal tem mais de seiscentas setenta áreas balneares: 523 no continente, 88 nos Açores e 60 na Madeira.
- Existem praias que não são classificadas como zonas balneares, mas onde a vigilância é assegurada para a segurança dos banhistas.
- Em Apúlia, no concelho de Esposende, a Câmara Municipal garante vigilância nas praias não balneares, como as Pedrinhas/Cedovém.
- A medida pretende evitar acidentes e proteger as populações durante a época de verão.
Na costa portuguesa, vários municípios vão reforçar a vigilância em praias não balneares para melhorar a segurança das populações. A época balnear começa esta segunda-feira na maior parte das praias do país.
Dados oficiais indicam que existem mais de 670 áreas balneares em Portugal, com 523 no Continente, 88 nos Açores e 60 na Madeira. Ainda assim, há praias visitadas por banhistas que não estão classificadas como zonas balneares.
Um exemplo citado é a praia das Pedrinhas/Cedovém, em Apúlia, no concelho de Esposende, onde a vigilância pública já é assegurada pelo município. A medida visa reduzir acidentes e aumentar a proteção de quem frequenta estes espaços.
Vigilância nas praias não balneares
Municípios implementam acções de vigilância para locais não balneários, especialmente com o início da época balnear. Em apego às necessidades locais, as câmaras municipais organizam recursos e coordenação com brigadas locais.
As ações variam conforme o espaço, mas o objetivo comum é prevenir incidentes, sobretudo entre famílias e jovens. A presença de vigilantes e equipas locais contribui para resposta rápida em caso de necessidade.
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