- O futuro da Escola do Xisto está incerto desde março, com o fim do apoio do Plano de Recuperação e Resiliência.
- O projeto trabalha a autonomia de pessoas com deficiência.
- A Câmara de Valongo assumiu as despesas de funcionamento até agosto.
- A longo prazo, manter o projeto sozinha será insustentável.
- A autarquia está a procurar ajuda do Governo para manter as portas abertas.
Desde março, a Escola do Xisto, em Valongo, enfrenta incerteza sobre o seu futuro. O fim do apoio do Plano de Recuperação e Resiliência deixou em voga a continuidade do projecto de promoção da autonomia de pessoas com deficiência.
A Câmara Municipal de Valongo assumiu as despesas de funcionamento até agosto, mas reconhece que manter o projecto sozinha é insustentável a médio e longo prazo.
Dezenas de pessoas com deficiência poderão ficar sem apoio caso não haja resposta financeira adicional. A escola funciona como um porto de abrigo para este público, segundo a autarquia.
A autarquia pediu ao Governo recursos extras para manter as portas abertas e assegurar a continuidade do apoio prestado aos utentes. A decisão depende de financiamento público adicional.
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