- A greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho deverá ter adesão alargada, com vários sindicatos já confirmando a participação.
- A Função Pública, incluindo autarquias, saúde e ensino, aderiu à paralisação para exigir aumentos intercalares salariais e enfrentar o pacote laboral em discussão.
- No setor da saúde, médicos, enfermeiros e técnicos de emergência pré-hospitalar vão parar, incluindo trabalhadores de clínicas e hospitais privados.
- Os transportes e a aviação também deverão sofrer impactos, com participação de trabalhadores da CP, maquinistas, transportes urbanos e aviação civil, entre outros.
- Outros setores que vão aderir incluem construção, comércio, serviços, telecomunicações e jornalismo, entre outros, em protesto contra o pacote laboral.
A greve geral decretada pela CGTP para quarta-feira deverá reunir adesão alargada entre diversos sindicatos. O objetivo é contestar o pacote laboral em discussão, num protesto que envolve funções públicas, saúde, ensino, transportes, aviação, comércio e outros setores. Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, pediu convergência na luta para derrotar o pacote.
A mobilização já tem indicações de participação de autarquias, serviço público, trabalhadores da Administração Local e trabalhadores de empresas públicas. A greve é marcada para o dia 3 de junho, com paralisações previstas em áreas essenciais, incluindo hospitais, escolas, transportes e serviços municipais.
A complexidade do protesto exige coordenação entre sindicatos de várias áreas e regiões, com impactos esperados em serviços diários. A Comissão Sindical prevê que hoje já haja adesão significativa, refletindo insatisfações com alterações salariais e condições de trabalho.
Função Pública
A Frente Comum de sindicatos da Administração Pública defende aumentos intercalares ainda este ano e apela à participação na greve. O coordenador Sebastião Santana afirma que será um dia decisivo para contestar o pacote laboral. Trabalhadores de autarquias também aderem, afetando serviços municipais, segundo o STAL.
Saúde
Sindicatos do setor anunciam paralisação na saúde, incluindo médicos do Norte, enfermeiros e técnicos de emergência. O objetivo é protestar contra a reforma laboral e condições no Serviço Nacional de Saúde, argumentando agravamento da situação. Empresas privadas de saúde também apoiam o protesto.
Ensino
A Fenprof confirmou a adesão, em protesto contra a revisão de estatutos da carreira e o pacote laboral. O SNESup entregou pré-aviso de greve para docentes e investigadores de universidades, institutos politécnicos e escolas superiores.
Transportes e Aviação
A greve deverá causar dificuldades nos transportes públicos. O SFRCI da CP e o SMAQ anunciaram adesão, com participação de maquinistas. Empresas de transportes urbanos em todo o país mobilizam-se, com pré-aviso já entregue. Carris e Carristur também aderem.
No setor da aviação, o SNPVAC aprovou a adesão, e o Sitava também entra em protesto, apontando como objetivos rejeitar o pacote laboral e exigir outro rumo para o país. O SPAC, no entanto, não participa na paralisação.
Outros setores
A Fevicom confirma adesão à greve. O CESP junta-se, criticando a proposta governamental por manter salários baixos e horários desregulados. O Sintarq afirma que o pacote laboral representa um retrocesso. O STT adianta greve no âmbito de telecomunicações e audiovisual.
A Federação dos Sindicatos de Agricultura e Turismo também aderem, destacando ataques aos direitos dos trabalhadores. O Sindicato dos Jornalistas incentiva a participação de todos os trabalhadores da comunicação social para se opor ao pacote laborale.
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