- Um grupo de dezenas de pais concentrou-se à porta da Escola Básica de São Lázaro, em Braga, para alertar para a falta de ar condicionado, problema que dizem arrastar há oito anos.
- O município garante estar a trabalhar na resolução e afirmou que o equipamento precisa de uma peça que deverá chegar para a próxima semana.
- Os encarregados de educação descrevem salas com temperaturas elevadas no verão e frias no inverno, com famílias e professores a recorrerem a aquecimentos portáteis para mitigar o desconforto.
- O tema foi levado à reunião de câmara pela Iniciativa Liberal, com o vereador Rui Rocha a salientar a necessidade de uma solução definitiva.
- Em paralelo, a Câmara de Braga aprovou, por unanimidade, o projeto de requalificação da Escola Frei Caetano Brandão, no valor de 16,5 milhões de euros, com prazo de execução de 730 dias, e pode candidatar-se a financiamento do Banco Europeu de Investimento.
Ao longo desta manhã, um grupo de dezenas de pais concentrou-se à porta da Escola Básica de São Lázaro, em Braga, para reclamar da falta de ar condicionado. O protesto decorreu na sexta-feira, envolvendo encarregados de educação e docentes. A escola mantém o equipamento avariado há oito anos.
Os pais apontam que, desde a requalificação da escola em 2018, o sistema de climatização funciona apenas de forma intermitente. Em documentos distribuídos no protesto, afirmam que pequenas reparações são feitas, mas a avaria persiste, levando a temperaturas elevadas no verão e ao desconforto no inverno.
O município garante estar a resolver a situação. Segundo autarquia, uma peça essencial precisa de substituir-se e deverá chegar à escola durante a próxima semana. O presidente da Câmara, João Rodrigues, assegurou ter enviado uma equipa de manutenção à instituição.
Câmara atenta, paciência com solução
O vereador da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, participou na manifestação e, depois, na reunião de câmara, reconhecendo os problemas graves gerados pelo calor. A vereação aponta que a situação tem de ter uma solução definitiva.
A autarquia explicou que o equipamento tem histórico de falhas desde 2018 e que a peça necessária ainda não está disponível. O município afirma manter-se atento ao caso e trabalhar para resolver o problema o mais cedo possível.
Na mesma reunião, a Câmara de Braga aprovou, por unanimidade, o projeto de requalificação da Escola Frei Caetano Brandão, em Maximinos. O investimento totaliza 16,5 milhões de euros, com prazo de execução de 730 dias.
O presidente da Câmara disse que o financiamento poderá vir do Banco Europeu de Investimento (BEI) ou de outras fontes. A decisão vem no sentido de responder a uma necessidade de décadas da comunidade escolar.
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