- Um tigre que escapou de uma instalação privada perto de leipzig atacou um homem de 73 anos e foi abatido pela polícia.
- O incidente aconteceu em Schkeuditz, no leste da Alemanha, no passado domingo; o homem feriu-se gravemente e foi levado para o hospital.
- O felino pertencia a Carmen Zander, conhecida como a “Rainha dos Tigres”, figura mediática que já enfrentou críticas e investigações sobre as condições de manutenção dos animais.
- A polícia local localizou o tigre numa área cercada e procedeu ao abate a tiros para evitar novos ataques; não houve outros animais que tivessem escapado e não havia perigo adicional para a população.
- O felino abatido chamava-se Sandokan, tinha nove anos e pesava cerca de 280 quilos, sendo um cruzamento entre tigre-de-bengala e tigre-siberiano; o caso reaviva o debate sobre a posse privada de animais selvagens na Europa.
Um tigre que fugiu de uma instalação privada perto de Leipzig, na Alemanha, atacou um voluntário de 73 anos e foi abatido pela polícia. O incidente ocorreu em Schkeuditz no passado domingo, mobilizando várias equipas policiais.
Segundo as autoridades, o animal conseguiu sair do recinto onde era mantido e atacou o voluntário que ajudava nos cuidados dos tigres. O homem teve ferimentos graves e foi encaminhado para o hospital. O tigre percorreu centenas de metros até uma zona de jardins comunitários, levando a uma operação policial de grande dimensão.
O tigre abatido foi identificado como Sandokan, com nove anos e cerca de 280 quilos. O animal pertence a Carmen Zander, conhecida na Alemanha como a Rainha dos Tigres, figura mediática associada a apresentações com grandes felinos. A treinadora tem sido alvo de críticas e de investigações sobre as condições de manutenção dos animais.
Debates sobre a posse e exibição de animais selvagens
Defensores dos direitos dos animais reiteraram pedidos de retirada dos felinos da propriedade. Organizações como a PETA reforçaram a exigência de que grandes predadores não permaneçam fora de estruturas zoológicas regulamentadas. Autoridades ouvidas pela imprensa garantiram que não houve fuga adicional de animais nem risco para a população.
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