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Desilusão com a fama: menos pessoas querem ser influencers

Geração Z opta pela privacidade em vez de fama: 5% com menos de 30 anos querem ser influencers, 9% famosos; aspirações vão para empreendedorismo, medicina ou ensino

Um em cada cinco gostava de ter uma vida semelhante à de um empreendedor tecnológico
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  • Um estudo da Yahoo/YouGov com 1.699 pessoas, incluindo perguntas a jovens até 30 anos, mostra que apenas 5% querem ser influencers e 9% desejam ser famosos.
  • A geração Z, que teme o “cringe”, prefere uma vida privada: 79% quer privacidade e 9% quer ser famoso; quase ninguém quer ser influencer, segundo o estudo de 2023 e este novo dados.
  • Além disso, 20% gostariam de ter uma vida semelhante à de um empresário tecnológico; 17% desejam ser professores ou académicos respeitados; 14% querem ser médicos e 11% desejam ser pais ou mães em tempo integral; 5% querem ser influencers e 3% desejam ser advogados.
  • Entre celebridades, Zendaya é a escolha mais comum (13%), enquanto Taylor Swift e Kylie Jenner ficam em 3% e Elon Musk em 8%; 36% não se identificam com as personalidades apresentadas.
  • A razão principal é a privacidade: os jovens estão a afastar-se de caminhos profissionais que exigem estar sempre “ligados” e procuram sucesso sem exposição pública, sugerindo um renovado interesse pelo offline.

A geração Z dos Estados Unidos está menos interessada em fama e em ser influencer. Um estudo realizado pela Yahoo/YouGov com 1699 pessoas revelou que apenas 5% dos menores de 30 anos pretendem seguir carreiras de influência, e 9% desejam ficar famosos. Os dados apontam para uma preferência por opções profissionais mais discretas.

A pesquisa mostra que 79% da geração Z prefere uma vida privada, com apenas 9% a desejar exposição pública. Em relação a um estudo anterior, quase não houve interesse em influenciar, com apenas 5% a ambicionar essa trajetória.

Preferências profissionais e motivações

O levantamento indica interesse crescente em carreiras empreendedoras, médicas e docentes. Um em cada cinco entrevistados pretende ter uma vida semelhante a de um empreendedor tecnológico, criando a sua própria empresa. Além disso, 17% almejam ser professores ou intelectuais respeitados, 14% desejam tornar-se médicos e 11% aspiram a ser pais ou mães em tempo integral.

Entre as figuras públicas, Zendaya surge como referência mais comum, com 13% a escolhê-la como modelo. Rangos de popularidade de outras personalidades como Taylor Swift, Kylie Jenner ou Elon Musk ficam abaixo dos 10%, e 36% dos inquiridos não se identificam com nenhuma celebridade listada.

Contexto e leitura dos resultados

A privacidade é citada como elemento central para justificar a mudança de rumo, conforme analisa a pesquisadora Rachel Janfaza, da The Up and Up. Os jovens parecem preferir caminhos que não exigem presença contínua online, sinalizando um possível renascimento do offline na cultura profissional.

A explicação geral aponta para um distanciamento de conteúdos e formatos que tradicionalmente associam vitórias rápidas à vida pública. O estudo reforça a ideia de que o sucesso ainda é desejável, mas sem o peso da exposição constante.

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