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Sapadores florestais de Vieira do Minho parados por salários em atraso

Sapadores florestais de Vieira do Minho em paralisação por salários em atraso; o município pondera integrá-los para evitar prejuízos na época de fogos.

Os jipes continuam parados no Parque Florestal de Vieira do Minho
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  • Sapadores florestais de Vieira do Minho, 20 operacionais em 4 equipas, pararam o trabalho por salários em atraso; as viaturas de serviço estão no Parque Florestal de Vieira do Minho.
  • A APOSC não terá, em 2026, pago qualquer contribuição à Segurança Social, o que impede o INCF de transferir dinheiro; o presidente da APOSC, João Paulo Ribeiro, não comentou a situação.
  • O vice-presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Pedro Pires, disse que foi aberto um concurso para integrar os operacionais no Município, para resolver o problema; afirmou que, em 2025, o município transferiu 400 mil euros para a APOSC, mas os salários de dezembro não foram pagos.
  • Este ano já foram gastos 141.500 euros com a APOSC, e a situação mantém-se em impasse, mesmo com a aproximação da época de maior risco de incêndios florestais.
  • Os sapadores são naturais e residentes no concelho de Vieira do Minho, trabalhando na Serra da Cabreira e serras vizinhas, com histórico de trabalho elogiado.

Os Sapadores Florestais de Vieira do Minho suspenderam o trabalho nos últimos dias devido aos salários em atraso. A paralisação envolve quatro equipas, totalizando 20 sapadores, cujas viaturas permanecem no Parque Florestal de Vieira do Minho.

Segundo o jornal, a APOSC, entidade patronal, não terá feito qualquer contribuição à Segurança Social em 2026, o que impede o INCF de transferir mais verbas sem uma declaração de não dívida. João Paulo Ribeiro não comentou o caso.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Pedro Pires, confirmou a abertura de um concurso para integrar os operacionais no Município, visando resolver o problema. O autarca criticou a transferência de 400 mil euros em 2025 para a APOSC sem que os salários fossem pagos.

Este ano, a Câmara já gastou 141.500 euros com a APOSC, mas a situação mantém-se em impasse, adiando decisões que afetam a gestão de fogo no território. A época de fogo está próxima, o que aumenta a relevância da solução.

A situação já tinha sido discutida na última Assembleia Municipal de Vieira do Minho. Pedro Pires reforçou que estes trabalhadores devem receber os salários atempadamente, tal como qualquer outro funcionário.

Os sapadores, naturais e residentes em Vieira do Minho, são reconhecidos pelo conhecimento do território local, que abrange a Serra da Cabreira e serras vizinhas. A paralisação persiste até que haja resolução financeira.

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