- Em Bragança há queixas crescentes sobre a distribuição de correspondência devido à falta de carteiros.
- O presidente do Sindicato Independente dos Correios, Samuel Vieira, fala em semanas de atraso nas entregas.
- O sindicato descreve a situação como “catastrófica” e afirma que milhares de cartas ficam no centro de distribuição.
- A denúncia aponta que a correspondência não está a cumprir os padrões estabelecidos pelo Governo.
- A situação é apresentada como resultante da falta de trabalhadores na distribuição postal.
Estão a aumentar as queixas sobre a distribuição de correspondência em Bragança, devido à falta de trabalhadores na área de distribuição postal. O anúncio foi feito por Samuel Vieira, presidente do Sindicato Independente dos Correios, Telecomunicações, Transportes e Expresso de Portugal. A situação é descrita como grave e com atrasos de várias semanas.
Segundo o líder sindical, há milhares de cartas retidas nos centros de distribuição, o que quebra os padrões de entrega estabelecidos pelo Governo. A falta de pessoal é apresentada como a principal causa dos atrasos no serviço da região.
Situação e impactos
Os atrasos afetam moradores e empresas locais, que enfrentam prazos de entrega incumpridos e contabilizam períodos prolongados sem recibos ou comunicações importantes. O sindicato reforça a necessidade de medidas de reajuste do quadro de trabalhadores para normalizar o serviço.
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