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Nascimento de bebés atinge pico não visto em 14 anos

Primeiro trimestre regista 21.101 nascimentos, mais 3,2% face ao mesmo período, pico em 14 anos; especialistas apelam a cautela quanto a um possível baby boom

Especialista expica aumento de nascimentos com subida da imigração
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  • No primeiro trimestre deste ano nasceram 21 101 bebés, mais 3,2% face ao mesmo período de 2023, quando nasceram 20 429.
  • O valor de janeiro a março é o mais alto dos últimos 14 anos; o máximo anterior foi em 2012, com 21 789 nascimentos.
  • Os especialistas apontam que ainda é cedo para confirmar um baby boom; é preciso aguardar dados dos segundos e terceiros trimestres.
  • Se a tendência se mantiver, pode ocorrer um aumento no número de nascimentos, segundo a professora Maria Filomena Mendes da Universidade de Évora.
  • Em relação à imigração, os filhos de mães estrangeiras já representam 35,3% do total de nascimentos no país no ano passado, mantendo a tendência dos últimos anos.

O primeiro trimestre deste ano registou 21 101 nascimentos, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). O total representa um aumento de 3,2% face ao mesmo período de 2024, quando nasceram 20 429 bebés. O dado mais alto para janeiro a março não era igual há 14 anos.

O valor de janeiro, fevereiro e março é o maior dos últimos 14 meses. O anterior recorde nessa janela temporal tinha sido em 2012, com 21 789 nascimentos, indicou o INE. Os números sinalizam um potencial incremento demográfico, ainda a ser avaliado.

Especialistas consideram prematuro confirmar um baby boom apenas com este trimestre. A professora Maria Filomena Mendes, da Universidade de Évora, defende esperar por dados dos dois trimestres seguintes para confirmar a tendência.

Sobre a composição por naturalidade das mães, a professora aponta que o contributo de mães estrangeiras ganha maior peso, mantendo a trajetória dos últimos anos. No ano anterior, os filhos de mães estrangeiras representaram 35,3% do total de nascimentos.

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