- O concelho da Amadora precisa de 6 000 casas até 2035 para responder à crise habitacional, segundo o presidente da Câmara, Vítor Ferreira.
- Os dados constam na Carta Municipal de Habitação, que deverá ser aprovada em breve numa reunião de câmara.
- A autarquia pretende incentivar a construção nova e a reabilitação urbana para colmatar a necessidade.
- Aometade dos planos envolve intervenir em bairros como Quinta da Lage.
- Existem reuniões com o Governo para discutir soluções para a habitação na Cova da Moura.
A Câmara da Amadora estima que o concelho precise de 6000 casas até 2035 para responder à crise habitacional. Os números constam na Carta Municipal de Habitação, cuja aprovação deverá ocorrer brevemente numa reunião de câmara, segundo o presidente do município.
Vítor Ferreira acusa a situação de exigir intervenção pública firme e aponta bairros como Quinta da Lage e Cova da Moura como prioridade. O autarca indica que há reuniões em curso com o Governo para coordenar soluções.
O plano municipal passa por incentivar a construção nova e a reabilitação urbana, com o objetivo de avançar para respostas estáveis até ao fim do actual mandato. As medidas deverão ser detalhadas na futura aprovação da carta.
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