- O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou que 100 mil jovens da classe média compraram casa no último ano e meio graças à isenção de IMT e de imposto de selo.
- O programa Construir Portugal e as cooperativas de habitação são vistos como instrumentos importantes para responder à crise imobiliária, especialmente para a primeira compra de casa pelos jovens.
- Mesmo com uma subida de 18% nos preços das casas, o mercado continua acessível para muitos jovens devido aos apoios e às políticas de habitação acessível.
- O Governo pretende manter medidas de incentivo à construção de habitações acessíveis, incluindo incentivos fiscais e facilidades na obtenção de licenças e autorizações, para aumentar o parque habitacional e facilitar o crédito.
- O objetivo é tornar o mercado imobiliário mais inclusivo, sustentável e capaz de responder às necessidades de jovens e famílias de classe média, promovendo o sonho da casa própria sem preconceitos.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou na quinta-feira, 14 de maio, que 100 mil jovens da classe média compraram casa no último ano e meio graças à isenção de IMT e de imposto de selo. A informação foi avançada no âmbito do programa Construir Portugal e do papel das cooperativas de habitação.
Pinto Luz explicou que as medidas de apoio à habitação têm sido fundamentais para facilitar o acesso à habitação por jovens que não são considerados ricos. Mesmo com um agravamento de 18% nos preços das casas, o mercado tem-se mantido acessível para este grupo.
Segundo o ministro, o Governo mantém o foco na construção de habitações acessíveis e na facilitação do crédito. O objetivo é ampliar o número de habitações disponíveis e reduzir o tempo de espera por uma casa própria para jovens e famílias da classe média.
Apoio à construção e inclusão social
As cooperativas de habitação e o programa Construir Portugal são apresentados pelo Governo como ferramentas para dinamizar o mercado e reduzir barreiras ao acesso à habitação. Medidas fiscais e facilidades administrativas também estão entre as ações previstas.
O Governo pretende consolidar uma política habitacional que seja sustentável e inclusiva, com foco na coesão territorial. A ideia é tornar o mercado imobiliário mais acessível sem prejudicar a estabilidade económica.
As mesmas fontes indicam que o apoio à habitação tem sido bem recebido pelos jovens, que veem as medidas como uma oportunidade de realizar o sonho da casa própria, mesmo em contextos de pressão económica.
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