- Leonor Caldeira, advogada e feminista, é a convidada do terceiro episódio do podcast O que fazer quando tudo arde.
- Define o feminismo como o movimento de libertação das mulheres da opressão patriarcal.
- Sobe a hipótese de que o feminismo pode estar em crise, sublinhando a complexidade do tema.
- Afirma que, quando damos a um homem o poder de nos alimentar, também damos o poder de nos esfomear.
- Afirmo que a escolha feminista é aquela que protege os direitos das mulheres e as liberta da opressão patriarcal; o podcast pode ser ouvido na íntegra.
O silêncio dos pilares do patriarcado volta a ser discutido no terceiro episódio do podcast O que fazer quando tudo arde, com a advogada e feminista Leonor Caldeira como convidada. O programa aborda desafios do movimento feminista na atualidade e perspetivas sobre a libertação das mulheres.
Caldeira define o feminismo como o movimento de libertação das mulheres da opressão patriarcal. Em entrevista, descreve situações em que o equilíbrio de poder entre os géneros se manifesta de forma concreta no dia a dia, incluindo dinâmicas de alimentação e subsistência como محور de poder.
Entre as ideias centrais, a advogada sustenta que a realização de escolhas feministas se mede pela proteção dos direitos das mulheres e pela libertação da opressão patriarcal. A personalidade do discurso está centrada na necessidade de igualdade real e transformação estrutural.
A entrevistada também analisa a relação entre autonomia econômica e liberdade pessoal, destacando que decisões que afectam o sustento podem influenciar o acesso a recursos e a participação cívica das mulheres. O debate expõe como moldar políticas públicas e sociais de forma mais inclusiva.
O episódio está disponível na íntegra no serviço de streaming do podcast, que propõe refletir sobre o papel do feminismo na sociedade contemporânea e as suas possíveis crises. A conversa evita acréscimos de opinião e mantém o foco nos aspetos informativos e analíticos.
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