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Serviço Militar obrigatório: líder da JS a Presidente, Seguro mantém posição

Presidente António José Seguro mantém posição contrária ao regresso do Serviço Militar Obrigatório, após discurso na apresentação das Forças Armadas

Visita do Presidente da República, António José Seguro, ao Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, a 30 de Abril
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  • Na apresentação das Forças Armadas, o Presidente da República, António José Seguro, afirmou que “Não há Forças Armadas sem recursos humanos”.
  • Seguro foi, no passado, secretário-geral da Juventude Socialista, cargo ligado ao fim do Serviço Militar Obrigatório.
  • O Comandante Supremo das Forças Armadas opôs-se ao regresso do Serviço Militar Obrigatório, quando concorria a presidente.
  • A expressão citada não indica mudança de posição de Seguro sobre o tema.
  • O texto contextualiza o tema no âmbito do debate sobre recrutamento e investimento nas Forças Armadas.

O Presidente da República, António José Seguro, afirmou durante a apresentação das Forças Armadas que não há Forças Armadas sem recursos humanos, reforçando a sua posição contrária ao regresso do Serviço Militar Obrigatório (SMO). A declaração foi dirigida ao comandante supremo das Forças Armadas.

O episódio ocorreu há cerca de mês e meio, no âmbito de uma cerimónia institucional de apresentação das Forças Armadas. A origem da frase permanece ligada ao discurso da defesa de recursos humanos para o funcionamento das instituições.

Seguro, que já orientou a juventude socialista na luta pelo fim do SMO, não alterou a sua perspetiva sobre o tema. O atual chefe de Estado foi decisivo para o término da obrigatoriedade, aquando da sua passagem pela Juventude Socialista.

O Comandante supremo das Forças Armadas, por sua vez, manifestou o oposto ao regresso da conscrição durante o período de candidatura presidencial. O desentendimento sublinha uma diferença de opinião entre o poder político e o comando militar sobre o tema.

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