- O cortejo académico da Queima das Fitas do Porto é um dos momentos mais aguardados pelos estudantes, marcando términos e inícios.
- Ontem, as irmãs Raquel e Rita Meireles, ambas de Bioengenharia na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, viveram o momento em sentidos opostos.
- Raquel vive pela primeira vez a Queima das Fitas, que marca o início da vida académica no último ano de curso.
- Rita, por sua vez, enfrenta a sua última Queima das Fitas, encerrando um ciclo de vida universitária que acompanhou ao longo do último ano.
- Apesar da vivência partilhada ao longo de um ano, cada uma reconhece um significado diferente para este momento na sua trajetória académica.
O cortejo académico da Queima das Fitas do Porto decorreu ontem, com as ruas da Invicta cheias de público, onde caloiros e finalistas desfilam para celebrar a conclusão de ciclos académicos. O evento junta amigos e familiares em redor da passagem da vida universitária.
Para muitos estudantes, o cortejo marca términos e inícios, num momento de festa e emoção. O percurso pela cidade reúne milhares de pessoas que acompanham as marcha, as roupas festivas e a energia do momento.
As irmãs Raquel e Rita Meireles estiveram entre os finalistas e caloiros da família. Raquel vive pela primeira vez a Queima das Fitas, enquanto Rita celebra a última. Ambas estudam Bioengenharia na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Raquel encara o cortejo como o culminar de uma fase inicial da vida académica, com o apoio de familiares e colegas. Rita, pela sua vez, celebra a conclusão de uma trajetória que iniciou há anos no campus.
O momento tem, para cada uma, um significado próprio: a estreia de Raquel e a despedida de Rita, ambas marcadas pela passagem da vida estudantil para novos passos, reforçando o sentimento agridoce que acompanha o cortejo.
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