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Politécnico do Porto persiste em tornar-se universidade

Presidente do Instituto Politécnico do Porto defende a conversão para Universidade Técnica do Porto para atrair investimento externo e dinamizar a economia regional

Paulo Pereira rejeita críticas do CRUP e do CCISP
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  • O presidente do Instituto Politécnico do Porto afirma que a conversão da instituição na Universidade Técnica do Porto pode atrair investimento externo para a região.
  • A conversão também deverá criar novas empresas, centros de investigação, incubadoras e projetos de inovação com impacto na economia regional.
  • As declarações aparecem após críticas do CRUP (Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas) e do CCISP.
  • Paulo Pereira sustenta que o sistema não pode permanecer imutável e defende que por cada euro investido o retorno será entre 40 e 80%.
  • A notícia não acrescenta outras informações adicionais sobre prazos ou fases do processo.

O presidente do Instituto Politécnico do Porto afirma que a conversão da instituição numa Universidade Técnica do Porto é capaz de atrair investimento externo, criar novas empresas e incentivar centros de investigação, incubadoras e projetos de inovação com impacto na economia regional. Paulo Pereira sustenta que o processo pode dinamizar a região, mesmo após críticas recebidas.

Segundo o responsável, o objetivo é tornar o sistema mais competitivo, rejeitando a ideia de imobilidade. Afirmou ainda que o retorno de cada euro investido pode situar-se entre 40% e 80%.

Críticas de CRUP e CCISP

Paulo Pereira foi confrontado com as críticas do CRUP (Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas) e do CCISP (Concelho de Institutos Superiores Politécnicos). O presidente do Politécnico do Porto mantém que a mudança é essencial para a evolução do ensino superior na região.

Desdobramentos previstos

A próxima fase prevê диagnósticos sobre a viabilidade financeira e académica da transição, bem como estudos de impacto económico local. A instituição aponta para maior atração de investimento externo e criação de empregos qualificados.

Contexto e implicações

A política de conversão envolve alterações administrativas, regulatórias e de governança. Os efeitos esperados incluem maior dinamismo empresarial, transferência de tecnologia e fortalecimento de parcerias com o sector público e privado.

Fontes e creditação

As informações baseiam-se na declaração de Paulo Pereira e nas críticas públicas do CRUP e CCISP, sem divulgação de contactos ou links.

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