- O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse que a falta de professores é gravíssima em algumas escolas, mas muito menos grave do que é apresentado.
- Afirma que o problema está circunscrito a determinadas escolas e que não afeta o país de forma uniforme.
- Critica a forma como alguns sindicatos contam o número de alunos sem aulas, alegando existência de horários fantasmas e irregularidades na distribuição de serviço.
- A leitura do ministro ocorre esta terça-feira na comissão parlamentar de Educação e Ciência.
- Defender um novo modelo de colocação contínua dos professores é parte da sua resposta à situação.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, afirmou que a falta de professores é gravíssima apenas em algumas escolas, sendo menos grave do que o retrato habitual. O comentário foi feito durante uma audição na comissão parlamentar de Educação e Ciência, na terça-feira.
A dirigente criticou a forma como alguns sindicatos contam o número de alunos sem aulas, alegando que utiliza horários a concurso para chegar a conclusões. Referiu ainda a existência de horários fantasmas e de irregularidades na distribuição de serviço, sem indicar quantos alunos ficam sem aulas.
Não foram avançados números oficiais sobre o impacto, nem a quantity de escolas afetadas. O ministro reiterou a necessidade de clarificar dados para uma avaliação precisa da situação.
Proposta de novo modelo de colocação contínua
Fernando Alexandre defende um modelo de colocação contínua dos professores, em vez do atual regime de horários fixos. A ideia é melhorar a mobilidade e a alocação de docentes conforme as necessidades reais das escolas.
Segundo o ministro, a medida visaria simplificar a distribuição por regiões e escolas, facilitar a entrada de docentes e reduzir lacunas pedagógicas. O governo aponta para diálogo com as partes interessadas, mantendo o objetivo de maior transparência.
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