- O Secretariado Nacional da UGT reúne-se em Lisboa para decidir a posição sobre a proposta do Governo ao Código do Trabalho.
- A central sindical prepara-se para rejeitar o pacote laboral, alegando falta de avanços e de proteção dos direitos dos trabalhadores.
- O secretário-geral, Mário Mourão, disse que a proposta não satisfaz as expectativas da UGT.
- A votação está marcada para esta quinta-feira, após a análise dos resultados pelo Secretariado Nacional.
- A decisão será comunicada ao Governo, mantendo a defesa dos direitos e da negociação coletiva dos trabalhadores.
O Secretariado Nacional da UGT reuniu-se em Lisboa para definir a posição sobre o novo pacote laboral do Governo, em especial sobre a alteração ao Código do Trabalho. A reunião ocorreu esta manhã na sede da central sindical. O objetivo é decidir a votação prevista para quinta-feira.
Mário Mourão, secretário-geral da UGT, participou na reunião, que visou analisar a proposta governamental e orientar a posição da central. A avaliação é que o Governo não apresentou avanços suficientes para satisfazer a defesa dos direitos dos trabalhadores.
A central sindical já tinha recusado o pacote laboral, afirmando que as alterações não asseguram proteção aos trabalhadores nem fortalecem a negociação coletiva. A decisão será comunicada ao Governo após a votação de quinta-feira.
A votação em Secretariado Nacional está marcada para esta quinta-feira. A decisão final depende da análise dos resultados e pode determinar o sentido de voto da UGT.
A posição da UGT pretende manter o objetivo de proteger direitos trabalhistas e garantir condições para negociação coletiva. A central acompanha o processo e sublinha a importância de medidas que promovam equilíbrio nas relações laborais.
Decisão e desdobramentos
A decisão do Secretariado Nacional chegará após o apuramento dos resultados da votação. O Governo pretende prosseguir com uma reforma do Código do Trabalho, defendendo dinamização económica e criação de empregos.
A UGT reiterou que, caso o pacote seja rejeitado, continuará a defender propostas que salvaguardem direitos e proteção dos trabalhadores portugueses. O Governo ainda não recebeu uma resposta final da central.
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