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Estado reconhece erro: idoso dado como morto há mais de 60 anos ainda vivo

Idoso de 84 anos continua considerado morto pela Segurança Social há mais de seis décadas, impedindo-lhe aceder a apoios do Estado, incluindo transporte de doentes

José Bento e a sua mulher, Maria Umbelina da Rocha
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  • José Bento, de 84 anos, é considerado morto pela Segurança Social desde 1964.
  • Foi combatente no Ultramar e, ao longo de décadas, enfrentou vários imbróglios burocráticos.
  • Esta situação impede-o de receber apoios do Estado, incluindo o transporte de doentes, a que tinha direito pelas dificuldades motoras e oxigénio permanente.
  • Ao tentar obter esse apoio, os serviços confirmaram que o homem estava morto.
  • A notícia evidencia falhas administrativas que limitam o acesso a ajudas sociais.

Desde 1964, José Bento é considerado morto pela Segurança Social, impedindo-lhe direitos e apoios do Estado. A situação persiste, pese embora o seu estado de saúde atual.

O homem tem 84 anos, foi combatente no Ultramar e enfrenta há décadas entraves burocráticos. A condição de não ter registo ativo afeta também a sua família.

O caso acontece em Portugal, onde o utente não consegue obter apoios como o transporte de doentes, importante devido a dificuldades motoras e oxigénio contínuo.

Ao solicitar o apoio, os serviços confirmaram que José Bento estava morto, o que bloqueia benefícios a que teria direito. A situação envolve ainda a esposa, Maria Umbelina da Rocha.

Este caso evidencia falhas administrativas que complicam a vida de pessoas com condições de mobilidade reduzida, sem que haja uma solução rápida para regularizar o registo.

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