- Cerca de mil elementos das forças de segurança reuniram-se em frente à residência do primeiro-ministro, em Lisboa.
- Protestam contra cortes no cálculo da pensão de reforma, que poderão ultrapassar trinta por cento.
- A concentração foi organizada pela Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança.
- Participam elementos da PSP, Guarda Nacional Republicana, guardas prisionais e Polícia Marítima, com apoio de ASAE e outras estruturas.
- A adesão de outros sindicatos e associações, incluindo de sargentos, chefes e oficiais, também foi expressiva.
Cerca de mil elementos das forças de segurança protestam, esta quinta-feira, em frente à residência do primeiro-ministro, em Lisboa, contra cortes no cálculo da pensão de reforma que podem ultrapassar 30%. Participam PSP, GNR, guardas prisionais e Polícia Marítima, entre outros órgãos, motivados pela política de pensões.
A concentração foi organizada pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, que inclui PSP, GNR, guardas prisionais, ASAE e Polícia Marítima. Também aderiram sindicatos de sargentos, chefes e oficiais.
Segundo a CCP, o número de presentes supera as expectativas, refletindo a percepção de cortes relevantes no cálculo da reforma. O protesto ocorreu no centro de Lisboa, com participação de diversas estruturas sindicais e de serviço.
Participação e contexto
A organização descreve a ação como uma demonstração de mobilização perante as políticas de pensões. Não há indicações imediatas de alterações legislativas anunciadas durante o protesto.
Entre na conversa da comunidade