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UGT admite banco de horas com salvaguardas para pais com filhos até 8 anos

UGT defende banco de horas apenas por acordo coletivo com salvaguardas e pagamento extra, excluindo pais de filhos até oito anos; propõe jornada contínua para esses trabalhadores

FOTO: ANTÓNIO COTRIM/LUSA
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  • A UGT admite um banco de horas por acordo direto entre trabalhador e empregador, mas apenas no âmbito da contratação coletiva e com salvaguardas.
  • As salvaguardas incluem pagamento adicional e exclusões para pais de filhos pequenos.
  • A central sindical propõe a jornada contínua como direito para trabalhadores com filhos até oito anos.
  • A medida está no centro da revisão da lei laboral em fase final de negociação.

A UGT está aberta a criar um banco de horas, desde que o acordo seja direto entre trabalhador e empregador, e apenas no âmbito da contratação coletiva.

A medida entra em vigor com novas salvaguardas, designadamente pagamento adicional para quem acumular horas extra e exclusões para pais de filhos pequenos.

Além disso, a central sindical defende a jornada contínua como direito para trabalhadores com filhos até oito anos, posição central na revisão da lei laboral em fase final de negociação.

Propostas-chave

A proposta de banco de horas depende de acordo direto entre as partes, assegurando salvaguardas económicas para o trabalhador.

A jornada contínua para pais com filhos até aos oito anos fica igualmente na agenda da reforma laboral que está em negociação avançada.

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