- A UGT admite um banco de horas por acordo direto entre trabalhador e empregador, mas apenas no âmbito da contratação coletiva e com salvaguardas.
- As salvaguardas incluem pagamento adicional e exclusões para pais de filhos pequenos.
- A central sindical propõe a jornada contínua como direito para trabalhadores com filhos até oito anos.
- A medida está no centro da revisão da lei laboral em fase final de negociação.
A UGT está aberta a criar um banco de horas, desde que o acordo seja direto entre trabalhador e empregador, e apenas no âmbito da contratação coletiva.
A medida entra em vigor com novas salvaguardas, designadamente pagamento adicional para quem acumular horas extra e exclusões para pais de filhos pequenos.
Além disso, a central sindical defende a jornada contínua como direito para trabalhadores com filhos até oito anos, posição central na revisão da lei laboral em fase final de negociação.
Propostas-chave
A proposta de banco de horas depende de acordo direto entre as partes, assegurando salvaguardas económicas para o trabalhador.
A jornada contínua para pais com filhos até aos oito anos fica igualmente na agenda da reforma laboral que está em negociação avançada.
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