- Uma empresa de limpeza de Matosinhos pagou salários atrasados após uma greve de 300 trabalhadores.
- A firma presta serviços em institutos politécnicos do Porto e de Viana do Castelo e em centros de saúde em Lisboa, entre outros organismos públicos.
- Em resposta ao Jornal de Notícias (JN), a empresa justifica o atraso como um “atraso pontual no processamento dos vencimentos de março”.
- A posição da empresa atribui o atraso a constrangimentos nos recebimentos de entidades públicas clientes.
A empresa de limpeza de Matosinhos pagou salários em atraso após uma greve de cerca de 300 trabalhadores.
A firma presta serviços nos institutos politécnicos do Porto e de Viana do Castelo, bem como em centros de saúde em Lisboa, entre outros organismos públicos.
Em resposta enviada ao JN, um dia depois de ter sido questionada, a empresa afirma ter ocorrido um atraso pontual no processamento dos vencimentos de março, motivado por constrangimentos nos recebimentos de entidades públicas clientes.
A instituição adiciona que os pagamentos foram regularizados após o atraso, destacando que a situação se enquadra na gestão de recebimentos de clientes públicos.
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