- Milhares de benguelenses perderam as casas devido ao transbordo do Rio Cavaco, no domingo.
- Os desalojados refugiam-se no Antigo Campismo, onde vivem em iglus improvisados.
- Subsistem apenas com a roupa que trouxeram no corpo.
- A situação evidencia dificuldades de abrigo e acesso a bens básicos na região de Benguela.
Milhares de residentes de Benguela ficaram desalojados após o transbordo do Rio Cavaco, ocorrido no domingo. Os afetados encontraram abrigo no Antigo Campismo, onde montaram um bairro de tendas e iglus improvisados.
Segundo testemunhos locais, as famílias abrigam-se com apenas as roupas que traziam no corpo. A situação tem criadas dificuldades de acesso a água potável, alimentação e serviços básicos, num espaço adaptado às condições precárias.
As autoridades locais ainda não divulgaram números oficiais de desalojados nem planos de resposta, mas indicam que equipas de proteção civil estão no terreno a avaliar necessidades emergenciais. O foco inicial é assegurar abrigo seguro e higiene.
A população afetada aponta para a falta de infraestruturas permanentes perto do rio, dificultando a recuperação rápida. Não há informações sobre prazos para reposição de casas ou retorno dos residentes, que permanecem no Antigo Campismo enquanto aumentam as comunicações com famílias e voluntários.
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