- A demolição parcial do Edifício Transparente, no Porto, gera discórdia entre arquitetos que questionam critérios estéticos e a intervenção.
- Questionam a viabilidade técnica da decisão, a forma de execução e a ausência de razões claras para a obra.
- Carlos Prata, responsável pela requalificação de 2007 do edifício de Solà-Morales, classificou a decisão como “trumpiana”.
- A Ordem dos Arquitectos pediu uma reunião com a Câmara do Porto para obter esclarecimentos sobre o processo.
- O Edifício Transparente situa-se entre o Parque da Cidade e o mar, na orla costeira do Porto.
A demolição parcial do Edifício Transparente, no Porto, tem gerado discórdia entre arquitetos. Críticos questionam critérios estéticos, a viabilidade técnica da intervenção e a motivação real do projeto.
O Edifício fica entre o Parque da Cidade e o mar, na orla costeira, e foi desenhado pelo catalão Solà-Morales no âmbito da Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. A decisão de demolir parte da estrutura é contestada pela comunidade técnica.
Carlos Prata, responsável pela requalificação em 2007, descreveu a decisão como trumpiana. A Ordem dos Arquitectos solicitou uma reunião com a Câmara Municipal do Porto para obter esclarecimentos sobre o processo.
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