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Lei laboral: Mourão diz que UGT levará apenas propostas escritas ao secretariado

UGT avança com propostas escritas e bem fundamentadas na revisão da lei laboral, buscando transparência e pactos claros com Governo e patronais

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  • O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, disse que a central só levará ao secretariado nacional propostas escritas e concretas.
  • Não aceitará acordos que não sejam claros e objetivos; as propostas devem ser bem fundamentadas e fáceis de entender por todos os membros.
  • A UGT pretende manter uma posição firme na negociação da revisão da lei laboral, exigindo transparência e que as propostas reflitam as necessidades dos trabalhadores.
  • A reunião do secretariado nacional está marcada para a próxima semana, para discutir as propostas finais a apresentar ao Governo e às confederações patronais.
  • A central sindical defende que alterações à legislação laboral garantam direitos dos trabalhadores sem comprometer a estabilidade do mercado, mantendo diálogo aberto com as partes envolvidas.

O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, disse nesta segunda-feira que a central sindical só apresentará propostas escritas e concretas e não concordará com acordos pouco claros. A declaração surge no âmbito da negociação da revisão da lei laboral.

Mourão explicou que as propostas da UGT têm de estar bem fundamentadas e ser de fácil compreensão para todos os membros do secretariado. O objetivo é manter clareza nos pontos defendidos.

A UGT pretende manter uma postura firme nas negociações, defendendo que qualquer acordo seja transparente e reflita as necessidades reais dos trabalhadores. A central sindical aponta para a proteção de direitos sem comprometer o mercado de trabalho.

A reunião do secretariado nacional está marcada para a semana seguinte. Nesse encontro, serão discutidas as propostas finais a apresentar ao Governo e às confederações patronais.

Mourão acrescentou que a UGT continuará a lutar por condições justas e dignas para os trabalhadores portugueses, mantendo propostas concretas e bem fundamentadas. O diálogo é visto como essencial, desde que preserve os princípios da central.

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