- O Porto avança com transportes gratuitos a partir do início de 2027.
- Braga aponta para 2029 como prazo para implementação do serviço gratuito.
- Guimarães está a estudar a medida.
- Especialistas destacam a necessidade de assegurar sustentabilidade financeira e resposta adequada.
- Em 2024, a fatura do Porto para transportes gratuitos é de cerca de 11 milhões de euros; Cascais já investe 17 milhões de euros por ano.
O Porto vai avançar com transportes públicos gratuitos no início de 2027, avançando com a medida para a cidade. A iniciativa integra uma estratégia de mobilidade sustentável, com foco na redução de custos para utilizadores e na promoção de deslocações mais eficientes.
Braga aponta para 2029 como data de implementação, enquanto Guimarães está a estudar a viabilidade do modelo. Em todos os casos, a gratuitidade é apresentada como parte de uma estratégia regional de mobilidade, com avaliação de custos e capacidade de oferta.
Especialistas destacam a necessidade de salvaguardar a sustentabilidade financeira dos sistemas e a resposta da rede. A medida exige financiamento estável e contributos de diversas fontes para não comprometer serviços.
Custos e sustentabilidade
Em Aveiro, a fatura prevista para este ano ainda não se aplica, mas o Porto já projeta cerca de 11 milhões de euros para manter o serviço gratuito. Cascais, hoje o único município com este regime, investe 17 milhões anuais.
A gestão financeira e o planeamento de oferta são citados como pilares para evitar desequilíbrios. A avaliação de impactos inclui procura, horários, rápidas alterações de demanda e adesão dos utilizadores.
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