- A Câmara Municipal do Porto fechou espaços onde viviam cerca de 125 pessoas, que funcionavam como alojamento sem licença.
- A autarquia diz não saber o que aconteceu com as pessoas que ocupavam esses espaços.
- Desde o início do mandato, foram realizadas dez ações de selagem de sítios insalubres e sobrelotados.
- A oposição acusa as ações de serem “humanismo camuflado”.
- Hoje, às dez da manhã, oito polícias municipais estavam à porta de uma loja de souvenirs na Rua de Santa Catarina, acompanhadas por membros da divisão de fiscalização da CMP.
Desde as 10h da manhã, oito polícias municipais cercam uma loja de souvenirs na ponta norte da Rua de Santa Catarina, no Porto. Acompanham-nos elementos da divisão de fiscalização da Câmara Municipal do Porto.
A autarquia já fechou, desde o início do mandato, 10 espaços insalubres e sobrelotados que funcionavam como alojamento sem licença. O objetivo é impedir atividades sem licenciamento e melhorar condições de higiene.
125 pessoas viviam nesses locais, segundo as autoridades. Ainda não se sabe o que lhes aconteceu após o encerramento dessas instalações, o que motivou críticas por parte da oposição, que classificou as ações como um suposto humanismo camuflado.
A operação em curso integra, segundo a CMP, um conjunto de ações de fiscalização para identificar situações semelhantes. A comunicação oficial não detalha responsabilidades nem cronologias de relocação ou encaminhamento dos residentes.
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