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Copenhaga é a cidade mais feliz do mundo e Maia é a primeira portuguesa na lista

Copenhaga lidera o Índice de Cidades Felizes de 2026; Maia é a primeira cidade portuguesa, em 69.º, entre 250 urbes avaliadas

O equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é um dos factores que levaram Copenhaga ao primeiro lugar do Índice de Cidades Felizes 2026
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  • Copenhaga, Dinamarca, lidera o Índice de Cidades Felizes de 2026; Maia é a primeira portuguesa, em 69.º lugar.
  • O ranking analisa 64 indicadores em áreas como economia, ambiente, inovação, educação, cultura e bem-estar, com 250 cidades avaliadas a partir de uma seleção de quase mil para análise.
  • Entre as cidades portuguesas mencionadas estão Matosinhos (111.º), Odivelas (114.º), Almada (124.º), Lisboa (159.º), Braga (166.º), Gondomar (199.º) e Funchal (225.º).
  • No topo, além de Copenhaga, seguem Helsínquia, Genebra, Uppsala, Tóquio e Trondheim; a primeira cidade da América do Norte é Vancouver (39.º) e São Francisco aparece em 45.º.
  • O estudo é coordenado pelo Instituto para a Qualidade de Vida e pelo Happy City Hub, com 406 investigadores, e foi lançado juntamente com a Happy City Alliance para promover progressos e partilha de boas práticas entre cidades líderes.

O Índice de Cidades Felizes de 2026 coloca Copenhaga, Dinamarca, no topo, destacando a capital pela combinação de educação, ambiente e bem-estar. Maia, Portugal, surge na 69.ª posição, entre outras cidades nacionais como Matosinhos, Odivelas e Lisboa. O estudo avalia 64 indicadores em 7 macro‑categorias.

A lista segue com Helsínquia, Genebra e Uppsala, respetivamente, ocupando os lugares 2 a 4. Em seguida aparecem Tóquio e Trondheim, fechando o top 10. Fora da Europa, a primeira cidade norte‑americana surge na 39.ª posição, Vancouver, enquanto São Francisco é a 45.ª.

O ranking foi criado pelo Institute for Quality of Life e pelo Happy City Hub, que analisaram 250 cidades com base em economia, ambiente, inovação, inclusão, mobilidade, educação, cultura, saúde e bem‑estar, a partir de 64 indicadores. O estudo iniciou com mais de 3400 cidades, seleccionando quase mil para análise aprofundada.

Segundo os organizadores, o objetivo não é apontar uma única melhor cidade, mas identificar padrões de governação, sustentabilidade, resiliência e qualidade de vida que permitam um desenvolvimento urbano mais equilibrado. O ranking enfatiza desempenho a longo prazo e evidências.

A publicação deste ano coincidiu com o lançamento da Happy City Alliance, um programa para acompanhar o progresso das cidades líderes e facilitar a troca de boas práticas entre elas. A iniciativa pretende incentivar melhorias contínuas em governação, mobilidade e bem‑estar da população.

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