- Populares em Águeda mostram preocupação com as perturbações causadas pela construção da via rápida Aveiro-Águeda.
- A informação aparece na terceira parte do Investigação CM, publicada a 8 de abril de 2026.
- Moradores de Eirol vão perder parte das suas habitações para a nova via rápida e reclamam de indemnizações baixas.
- Aveirenses questionam a demora de décadas na conclusão do eixo.
- A notícia destaca aspetos práticos da obra, sem julgamentos ou opiniões.
Quero é paz e sossego: moradores de Águeda manifestam-se contra as perturbações provocadas pela construção da via rápida Aveiro-Águeda. O tema ganhou destaque na terceira parte do Investigação CM, emitida a 8 de abril de 2026 pela CMTV.
Os moradores descrevem ruídos constantes, movimentação de maquinaria e alterações no uso das vias locais. A perceção é de que a obra está a afetar o quotidiano e a qualidade de vida, sobretudo para quem vive junto às zonas de montagem.
Alguns residentes questionam as indemnizações já atribuídas, afirmando que os valores não correspondem aos prejuízos financeiros sentidos. A situação tem alimentado descontentamento entre proprietários afetados.
De Eirol chegam relatos de perda de parte de habitação devido ao traçado da via. Paralelamente, Aveiro é palco de críticas à demorada evolução do projeto, com moradores a perguntar quando terminará a obra.
Impacto na comunidade
Os relatos indicam perturbações significativas no dia a dia e no comércio local, que dependia de acessos estáveis. Autarcas e empreiteiros não tinham, até ao momento, uma data definitiva para conclusão dos trabalhos.
Os moradores destacam ainda a necessidade de medidas de mitigação de ruído, controle de poeiras e compensações mais justas. O debate público tem sido marcado por solicitações de esclarecimentos oficiais.
Apesar das queixas, não há informações oficiais de suspensão do projeto. As autoridades apelam à compreensão temporária e à cooperação entre vizinhança e construtores para minimizar impactos.
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