- O presidente da República, António José Seguro, visitou Seiça, no concelho de Ourém, para ouvir moradores sobre o que aconteceu na madrugada de 28 de janeiro.
- Maria de Sousa, residente na Pederneira, contou o pânico vivido pela família com a tempestade Kristin.
- A moradora afirmou que a casa ficou “toda podre” e não sabe se recebeu apoio para recuperar a habitação.
- Seguro disse que existem pessoas que podem ajudar e aconselhou-a a ir à câmara para saber a sua situação e os apoios disponíveis.
- A situação destacada pela família ilustra danos causados pela tempestade Kristin e a procura de apoio em comunidade local.
Durante a deslocação a Seiça, em Ourém, o presidente da República foi visitado por Maria de Sousa, residente na localidade da Pederneira. A conversa ocorreu na madrugada de 28 de janeiro, quando a família da idosa ficou sem habitação devido à tempestade Kristin. O encontro integrou uma passagem do líder político António José Seguro, que questionou a idosa sobre o eventual apoio recebido para a recuperação da casa.
Maria de Sousa descreveu o impacto da tempestade e o pânico sentido pela família nessa madrugada. A conversa centrou-se naquilo que já foi feito e no que ainda é necessário para a reconstrução, sem que a moradora soubesse se houve ver de apoios efetivos até ao momento.
Durante o diálogo, o presidente da República informou que existem mecanismos de apoio disponíveis para residentes afetados e recomendou que a moradora se dirigisse à câmara municipal para verificar o estado da sua situação. A orientação visa aceder aos recursos oficiais de apoio e aos procedimentos de recuperação.
O foco da visita pública permaneceu na prevenção de novos impactos, com o político a defender a importância de ações estruturais. Entre elas, a limpeza de matas como medida para reduzir riscos de catástrofe durante o próximo verão, conforme explicado pelo próprio durante a deslocação.
Ao longo do encontro, ficou clara a oferta de apoio institucional para quem foi afetado pela tempestade. A moradora reiterou a incerteza quanto à disponibilidade de ajuda, enquanto as autoridades enfatizaram a necessidade de recorrer aos canais oficiais para confirmar elegibilidade e prazos.
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