A greve nacional marcada para 17 de abril envolve os sindicatos da construção, cerâmica e vidro, que aderem à paralisação convocada pela CGTP-IN. O objetivo é protestar contra o pacote de legislação laboral em apreciação pelo Governo. A paralisação decorre das 00:00 às 23:59 do dia 17, com ajustes para turnos que se iniciem antes de 00:00 ou terminem após as 23:59, estendendo-se até ao final do turno seguinte.
A Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidros (FEVICCOM) anunciou a adesão à greve para permitir a participação dos trabalhadores na manifestação nacional promovida pela CGTP-IN em Lisboa. O comunicado justifica a ação com base no enquadramento legal de greve e prevê que todos os trabalhadores abrangidos pelo pré-aviso participem na paralisação.
Contexto e objetivos
A CGTP-IN anunciou, a 18 de março, uma grande manifestação nacional para o dia 17 de abril, frente à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir a retirada do pacote laboral e uma alteração da política em vigor. O secretário-geral Tiago Oliveira destacou que a proposta de revisão representa um retrocesso para os trabalhadores e apelou a um esforço coletivo para a mobilização.
A organização sindical sublinha que a paralisação não mira apenas o protesto, mas também a continuidade da mobilização social contra o pacote laboral. Detalhes operacionais da participação dos trabalhadores ainda dependem de acordos entre empresas e comissões de trabalhadores, respeitando o pré-aviso de greve.
Entre na conversa da comunidade