- Helena Carreiras é a nova reitora do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa.
- Defende que o diploma de graus e diplomas não aumente as desigualdades no acesso ao ensino superior.
- Alerta para o risco de exclusão no acesso e para a necessidade de oferecer aos estudantes condições para melhorarem as suas competências assim que entram no superior.
- A entrevista faz referência às novas regras propostas pelo Ministério da Educação no regime de graus e diplomas, num contexto de inovação tecnológica, incluindo a IA.
- Reforça a ideia de que as instituições devem adaptar-se sem recorrer a critérios de exclusão, mantendo o acesso aberto e equitativo.
Helena Carreiras, nova reitora do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, alerta para riscos de exclusão no acesso ao ensino superior. Defende que as instituições assegurem condições para melhoria de competências logo na entrada no superior.
A líder académica sublinha a necessidade de adaptação das universidades às transformações tecnológicas, incluindo a inteligência artificial. O objetivo é evitar que alterações formativas criem novas desigualdades no acesso ao ensino.
Carreiras também chama a atenção para a revisão das regras propostas pelo Ministério da Educação sobre o regime de graus e diplomas. O foco é manter critérios de inclusão e assegurar que as mudanças beneficiarem todos os estudantes sem excluir grupos já desfavorecidos.
No contexto mais amplo, a reitora destaca a importância do papel das universidades como espaços de pensamento crítico e produção de conhecimento. A comunicação ocorre numa altura de debates sobre qualidade, equivalência de diplomas e metodologias de ensino.
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