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Trinta monitores escolares afastados por abusos sexuais em Paris

Novo autarca de Paris anuncia 20 milhões para combater abusos sexuais em atividades extracurriculares, após 78 monitores afastados este ano, 31 por violência sexual

Emmanuel Grégoire, novo presidente da Câmara de Paris
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  • Desde o início do ano, foram afastados 78 monitores escolares em Paris, 31 por suspeitas de violência sexual e pedofilia.
  • O novo autarca, Emmanuel Grégoire, anunciou a atribuição de 20 milhões de euros para combater abusos sexuais em atividades extracurriculares.
  • Grégoire reconheceu que o problema é sistémico, não apenas casos isolados, em declarações ao jornal Le Monde.
  • Medidas anunciadas incluíram transparência total com as famílias, criação de uma unidade de escuta e denúncia da violência educativa e abertura de um centro de acolhimento.
  • Dados anteriores indicam que, em 2025, a autarquia suspendeu trinta monitores, 16 por suspeita de má conduta sexual; desde dezembro, a Provedora da Criança da Cidade recebeu 150 queixas.

Desde o início do ano, 78 monitores educativos foram suspensos em Paris, 31 por suspeitas de violência sexual e pedofilia. As ações visam responder a casos em atividade extracurricular.

O novo presidente da autarquia, Emmanuel Grégoire, destinou 20 milhões de euros para combater abusos em atividades extracurriculares. A medida pretende intensificar a prevenção e os protocolos de denúncia.

Grégoire reconheceu que houve um erro coletivo em tratar os casos como incidentes isolados, apontando um risco sistémico, segundo informações ao jornal Le Monde.

Medidas em prática

Poucos dias após a assunção, o autarca anunciou transparência total com as famílias e a criação de uma unidade de escuta e de denúncia da violência educativa. Também abriu um centro de acolhimento.

Outra linha de ação envolve a implementação de procedimentos padronizados para avaliação de riscos e acompanhamento das situações reportadas, com foco na proteção das crianças.

Contexto histórico

Em 2025, a autarquia suspendeu dezenas de monitores, 16 por suspeita de má conduta sexual. A soma de casos anteriores alimenta o debate sobre a eficácia das políticas de supervisão.

Desde dezembro, a Provedora da Criança da cidade recebeu 150 queixas, em grande parte relacionadas com atividades extracurriculares, segundo fontes oficiais.

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