- Pedro Sottomayor, de 52 anos, tenta desde outubro que a Câmara de Lisboa lhe devolva a bicicleta apreendida pela Polícia Municipal.
- A bicicleta, utilizada diariamente pelo proprietário, foi considerada abandonada e removida quando estava estacionada junto a um gradeamento entre o Largo das Necessidades e a Rampa das Necessidades.
- Desde então, tem mantido trocas de argumentos com o gabinete do presidente da Câmara, Carlos Moedas, para a devolução do objeto.
- O lisboeta questiona a desigualdade entre quem tem carro e espaço para estacionar à porta de casa e quem utiliza a bicicleta.
- O episódio começou a 6 de outubro, quando encontrou a bicicleta já removida do local onde a guardava.
O caso envolve a bicicleta de Pedro Sottomayor, 52 anos, que era usada diariamente para deslocações para o trabalho. A Polícia Municipal retirou-a quando esteve estacionada junto a gradeamento entre o Largo das Necessidades e a Rampa das Necessidades, alegando que o objeto estava abandonado. O desbloqueio continua por resolver.
Desde outubro, o pedreiro tem travado uma troca de argumentos com o gabinete liderado por Carlos Moedas, na Câmara de Lisboa, sobre a devolução da bicicleta. O processo ganha ainda mais relevância por ter sido confiscada no centro da cidade.
Pedro relata que, ao voltar ao local de guarda, em 6 de outubro, a bicicleta já não estava lá. Diz ter seguido todos os procedimentos necessários para recuperar o bem. O objetivo é reaver o objeto que utilizava diariamente.
Contexto
O morador descreve o episódio como parte de um processo burocrático que se arrasta há meses. Refere ter apresentado diversas diligências à autarquia, sem ainda obter uma confirmação de devolução ou possibilidade de readquirir o meio de transporte.
Ainda não há data definida para a resolução do caso. A Câmara de Lisboa não comentou o início nem o andamento do processo, mantendo o sigilo oficial sobre detalhes da decisão administrativa.
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