- Helena Roseta foi deputada na Assembleia Constituinte de 1976, defendendo o direito à moradia para todos.
- Forjada em movimentos católicos, nasceu em Lisboa e ligou-se desde cedo a causas sociais e aos direitos humanos.
- Destacou-se pela defesa persistente do acesso à habitação digna, contribuindo para a inclusão desse direito na Constituição Portuguesa.
- Após a aprovação da Constituição, manteve a militância na área social, trabalhando em organizações e projetos de inclusão.
- Hoje é reconhecida como uma das principais vozes do direito à habitação em Portugal, inspirando ativistas e políticos comprometidos com a justiça social.
Helena Roseta é associada à defesa do direito à habitação desde a época da Assembleia Constituyente de 1976. Considerada uma voz central na inclusão deste direito na Constituição portuguesa, ligada a movimentos sociais e religiosos de raiz católica.
Nascida em Lisboa, Roseta emergiu nos passos de organizações de defesa dos direitos humanos e movimentos estudantis da década de 1980. O seu percurso ligou-se, desde cedo, a causas de justiça social e inclusão.
Na Constituinte, destacou-se pela defesa de uma moradia digna para todos. A sua atuação foi determinante para consagrações legais que garantem o acesso à habitação na Constituição Portuguesa.
Após a aprovação da Carta Magna, continuou a militância em áreas sociais, envolvendo-se em projetos para melhorar as condições de vida de populações vulneráveis. A sua atuação manteve-se pública e ativa.
Hoje, Roseta é reconhecida como uma das principais vozes do direito à habitação em Portugal, inspirando ativistas e políticos comprometidos com a justiça social.
Contributos marcantes na Constituinte
A sua intervenção enfatizou a necessidade de políticas habitacionais acessíveis e estáveis, contribuindo para conteúdos constitucionais que asseguram o direito de habitação como elemento central da dignidade humana.
Trajetória institucional e social
Ao longo dos anos, colaborou com várias organizações sociais, mantendo o foco na inclusão e na melhoria das condições de vida de quem está em situação de vulnerabilidade, sem abrir mão de uma atuação pública contínua.
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