- Andreza Jesus abraçou a estratégia municipal para reabilitar a ilha no Porto com rendas condicionadas, financiada a 100% a fundo perdido através do Programa Nacional de Habitação (1.º Direito) e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
- O objetivo era criar habitação social que servisse o mercado de rendas acessíveis, mantendo rendas sociais.
- O empreiteiro desapareceu e a obra parou, com o financiamento do PRR emSuspenso.
- A Câmara diz que se trata de uma questão entre privados e afirmou não ter “representado” a proprietária, como já fizeram muitos municípios.
- Os inquilinos temem ficar sem casa enquanto o impasse persiste.
Andreza Jesus lançou um ambicioso projeto municipal para reabilitar uma ilha no Porto, com apoio financeiro total do PRR para habitação a renda condicionada. O objetivo era criar um mercado de arrendamento acessível, ligando justiça social a uma intervenção pública.
Entretanto, o projeto ficou em suspenso após o alegado desaparecimento do empreiteiro envolvido. O plano, financiado a fundo perdido, dependia de etapas de reabilitação, que ficaram parcialmente paralisadas, deixando inquilinos com incerteza sobre a habitação futura.
A Câmara do Porto afastou-se da gestão direta do contrato, alegando tratar-se de uma relação entre privados e que não pretendia representar a proprietária. O caso envolve ainda a proprietária da ilha e investidores locais, com impactos potenciais nos agendamentos de obras.
Contexto do projeto
O programa 1.º Direito, financiando a reabilitação com rendas condicionadas, serviu de base ao financiamento do projeto. O objetivo era disponibilizar habitação a custos controlados para comunidades locais, dentro de uma lógica de justiça social.
Situação atual e impactos
Trabalhadores e inquilinos temem ficar sem casa se o projeto não for retomado. A indefinição ocorre num momento em que a administração local afirma não ter responsabilidade direta sobre fenómenos de gestão entre privados. O caso permanece sem resolução administrativa clara.
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