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Pedidos de asilo pendentes duplicam, chegando a 8.800

Pendentes de asilo em Portugal chegam a 8.787, com atrasos na transição SEF–AIMA; recusaram-se mais de mil pedidos no último ano.

Em Janeiro, Portugal optou por pagar cerca de 8,44 milhões de euros à União Europeia em vez de acolher 420 refugiados.
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  • Os pedidos de asilo pendentes em Portugal atingem 8.787, sem decisão, quase 8.8 mil.
  • Atrasos na transição do Serviço de Estranhos e Fronteiras (SEF) para a Administração de Segurança, Informação e Migração (AIMA) explicam o aumento das pendências nos últimos dois anos.
  • No ano passado, Portugal recusou mais de mil pedidos de asilo.
  • Houve uma descida de 34,6% nas novas solicitações de proteção internacional entre 2024 e 2025.
  • Segundo o Eurostat, em 2025 os venezuelanos foram os principais requerentes de proteção na União Europeia, com a Espanha a concentrar o maior número de pedidos.

As pendências de pedidos de asilo em Portugal continuam a crescer, mesmo com a redução de novos requerimentos. Atualmente, há 8787 pedidos sem decisão em análise, segundo dados de 2025.

Aumento atribuído a atrasos na transição de gestão entre o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Agência para as Iniciativas de Migração (AIMA). O processo de passagem ainda não está concluído.

No ano passado, Portugal recusou mais de mil pedidos de proteção internacional, evidenciando um choque entre fluxos de pedidos e a capacidade de tramitação. Dados oficiais foram divulgados na presente atualização.

A nível europeu, o relatório de Eurostat aponta uma descida de 34,6% nas novas solicitações entre 2024 e 2025. Assim, o volume de novas entradas diminuiu, mas as pendências permaneceram elevadas.

A Venezuela foi o principal país requerente na UE em 2025, segundo Eurostat, com a Espanha concentrando o maior número de pedidos de proteção dentro da União.

Causas da demora e recortes de dados

A entrada em vigor de novos procedimentos e a transição institucional são citadas como fatores-chave para as filas de análise, que continuam a ser avaliadas pelas autoridades competentes.

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