- Ana Mendes Godinho afirmou que o PS deve lutar de forma intransigente contra o pacote laboral, considerando-o um ataque aos trabalhadores e garantindo que as alterações não passarão.
- Defendeu que o país não pode regredir em matéria laboral e que o trabalho digno é essencial para a democracia.
- Transmitiu solidariedade à deputada Eva Cruzeiro, dizendo que quem defende a dignidade não pode ser censurado.
- O PS deverá avançar com alterações aos estatutos para incluir o departamento das comunidades portuguesas.
- O texto menciona a visita de uma comitiva do PS à Venezuela, liderada por José Luís Carneiro, considerada bem-sucedida, e críticas de Jorge Lacão a Ricardo Gonçalves sobre alternativas internas.
Ana Mendes Godinho, antiga ministra do Trabalho, pediu ao PS uma postura de luta intransigente contra o conjunto de medidas designadas como pacote laboral, apontando-as como um ataque aos trabalhadores. Afirma que as alterações não passarão e que é essencial dignificar o trabalho no país.
A dirigente socialista destacou a importância de não regredir em direitos laborais, sublinhando que a confiança dos jovens não pode passar pela precariedade. Apontou ainda que a democracia se fortalece quando os direitos são defendidos de forma firme.
Ao comentar o processo interno do partido, Ana Mendes Godinho manifestou solidariedade à deputada Eva Cruzeiro, após a Comissão de Transparência ter considerado desrespeito de deveres parlamentares por ter comparado adversários a racistas e xenófobos. A socialista rejeitou a censura por falta de habilitação legal.
Pacote laboral: posição do PS
A líder de bancada reiterou que o PS não pode aceitar o que classifica como agenda ideológica e polarização social. Afirmou que o trabalho digno não é detalhe e que o partido não admite linguagem de ódio na esfera pública.
A comentadora referiu ainda que a afronta aos trabalhadores compromete a dignidade de todos, defendendo uma resposta firme do partido frente às alterações em debate. A posição pública foi apresentada durante o congresso do PS em Viseu.
Eva Cruzeiro e controvérsia interna
Foi referido que a comissão responsável concluiu que houve comportamento inadequado por parte de uma deputada socialista, levando o partido a defender uma posição de respeito pelos deveres parlamentares. Foi defendida a necessidade de evitar linguagem discriminatória.
A intervenção serviu para enfatizar que o PS não pode tolerar ofensas ou discriminações, assegurando que não há lugar para intolerância na arena política. A discussão ocorreu no âmbito de decisões disciplinares internas.
Alterações estatutárias e comunidades
Paulo Pisco anunciou que o PS deverá avançar com alterações estatutárias para criar um departamento dedicado às comunidades portuguesas. A medida visa reforçar a presença institucional fora do território nacional.
A notícia surge numa altura em que o partido reforça a coordenação entre áreas temáticas e estruturas, com foco na representatividade das comunidades entre os trabalhos políticos.
Viagem à Venezuela e balanço
Jorge Lacão criticou o uso político da visita de uma comitiva socialista à Venezuela, defendendo que a deslocação não deveria servir para legitimar o poder local. Disse que a avaliação da viagem depende de resultados e de vias futuras de cooperação.
O grupo, liderado por José Luís Carneiro, considerou a visita bem-sucedida, apontando aberturas para projetos futuros. A comitiva afirmou que o objetivo foi fortalecer relações institucionais e explorar oportunidades de colaboração.
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