- O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, acusou o PS de sequestrar a democracia pela posição sobre as eleições para os órgãos externos do parlamento e pediu que aceite os resultados das últimas legislativas.
- Melo afirmou que o Tribunal Constitucional está bloqueado porque o PS não aceita os resultados eleitorais, defendendo que a democracia não pode ficar sequestrada.
- O líder centrista disse que a democracia depende do funcionamento normal das instituições e que o CDS lutará para ser maior, sem bloquear a democracia.
- Criticou a deslocação do secretário-geral do PS à Venezuela, dizendo que não foi um momento adequado e que a política não pode transigir em matérias relevantes.
- Recordou que o CDS voltou a ter representação parlamentar em 2024 e posicionou-se ao lado de quem luta pela liberdade e democracia, incluindo jovens detidos na Venezuela.
O CDS-PP acusa o PS de sequestrar a democracia com a sua posição sobre as eleições para os órgãos externos ao parlamento. O pedido é simples: aceitar os resultados das últimas eleições legislativas.
No encerramento das jornadas parlamentares do partido, o presidente centrista afirmou que o Tribunal Constitucional está bloqueado, por o PS não aceitar os resultados eleitorais. Defendeu que a democracia deve respeitar as instituições.
Nuno Melo reiterou que os resultados são conjunturais e que o CDS não deve desistir de ser segunda ou primeira força. Afirmou que o CDS representa uma expressão do povo e que deve crescer, sem bloquear a democracia.
O líder do CDS-PP lembrou que o partido voltou ao parlamento em 2024, após afastamento eleitoral. Disse que, nesses casos, a atitude correta é trabalhar para vencer eleições, não paralisar a democracia.
Venezuela e responsabilidade institucional
Melo criticou a deslocação do secretário-geral do PS à Venezuela, afirmando que há decisões do Parlamento Europeu condenando a situação. Defendeu alinhamento com responsabilidades dos tempos e com a defesa da democracia.
O dirigente também questionou a legitimidade de José Luís Carneiro num parlamento “varrido” pela oposição, colocando o CDS do lado de jovens detidos por opiniões naquele país. Disse que a luta pela liberdade deve ser prioridade.
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