- Assunção Cristas defende o alargamento das licenças parentais e torná-las o mais iguais possível para pais e mães.
- A ex-presidente do CDS-PP lembra que, em 2007, a medida foi considerada polémica e não foi integrada no documento do partido.
- As declarações foram feitas durante as Jornadas Parlamentares do CDS-PP na Assembleia da República, em 23 de março.
- Numa publicação nas redes sociais, Cristas reiterou que a proposta continua válida face à atual realidade demográfica e aos desafios para a natalidade.
- No debate, Catarina Marinho (líder da juventude popular) apresentou propostas como isenção de IRS até ao terceiro filho para o progenitor com maior rendimento, extensão da licença para sete meses e apoio de cento por cento para tratamentos de fertilidade.
Durante as Jornadas Parlamentares do CDS-PP, realizadas na Assembleia da República, Assunção Cristas defendeu o alargamento da licença parental e a sua partilha entre pais e mães. A antiga ministra assinalou a importância de promover a natalidade e igualar direitos.
Cristas recordou que em 2007 propôs medidas para incentivar a natalidade e que o CDS-PP não as integrou no documento então elaborado. A ex-presidente dos democratas-cristãos afirmou que a situação demográfica atual continua crítica.
A ex-líder do CDS-PP reiterou que a pressão sobre os jovens para terem filhos persiste e que é necessário um entendimento sólido entre as forças políticas para manter o tema na agenda pública. Defendeu ainda que as soluções devem evitar recuos.
No post publicado posteriormente nas redes sociais, Cristas partilhou a perspetiva de mãe de quatro filhos, destacando que as responsabilidades são iguais para homens e mulheres na criação dos filhos.
Catarina Marinho, líder da juventude popular, participou no debate e sugeriu medidas como isenção de IRS até ao terceiro filho para o agregado familiar com maior rendimento, além do alargamento da licença parental para sete meses e apoio total aos tratamentos de fertilidade.
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