- O estado não paga funerais de crianças, e os pais pedem alteração à lei.
- Miguel, com 2 anos, foi diagnosticado com cancro no cérebro em dezembro e morreu 10 dias depois.
- Pais argumentam que a lei atual não cobre as despesas fúnebres de menores.
- A família solicita uma mudança legal para assegurar apoio financeiro no funeral de crianças.
- O caso ganhou atenção pública, com apelos à revisão legislativa.
O Estado não paga funerais de crianças, de acordo com o caso de Miguel, dois anos, cujo luto envolve um casal de jovens pais que já avançou com um pedido de alteração à lei.
Miguel foi diagnosticado com um cancro no cérebro em dezembro passado e faleceu 10 dias depois. O casal descreve o sofrimento e o custo emocional deste período.
Os pais defendem uma mudança legislativa que inclua apoio para funerais de menores, visando reduzir o peso financeiro e burocrático associado à perda. A notícia mantém-se em desenvolvimento.
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