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Mulheres podem ser uma das 50 Vozes no espaço mediático

Segunda edição de “50 vozes” abre candidaturas até 31 de março para ampliar a presença de mulheres no espaço mediático, com nova coordenação

Candidaturas até 31 de Março
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  • Estão abertas candidaturas para a segunda edição do projeto “50 vozes” até 31 de março, para identificar mulheres que ocupem espaço mediático.
  • O objetivo é diversificar e ampliar a presença feminina em conferências, notícias e comentários, que até agora tinham uma maior participação masculina.
  • O projeto foi criado por Daniela Cunha, Katerina Drakos e Maria Luísa Moreira; a lista inicial fechou com 35 nomes, não os 50 previstos.
  • A candidatura está aberta a qualquer mulher de qualquer área, idade, região do país ou imigrante; há um formulário disponível nas redes sociais.
  • Nova coordenação — Isabelle Carvalho, Leonor Jacob e Rita Ribeiro — mantém o objetivo de identificar, amplificar e ligar mulheres de diferentes regiões, idades e áreas profissionais.

Estão abertas até 31 de Março as candidaturas para a segunda edição do projeto 50 Vozes, que visa identificar mulheres de diversas áreas dispostas a ocupar espaço mediático. A iniciativa busca ampliar a diversidade de vozes na imprensa e em conferências.

Criado por Daniela Cunha, Katerina Drakos e Maria Luísa Moreira, o projeto nasceu da percepção de uma “bolha” mediática, dominada maioritariamente por homens. O objetivo é ampliar o leque de profissionais ouvidos pelo público, de forma estruturada e acessível.

Este ano, a lista permanece aberta a candidaturas de qualquer mulher, independentemente da área, idade, região ou situação migratória. O objetivo é compilar nomes que possam ser consultados por quem procura especialistas para diferentes temas.

Nova coordenação

Com nova coordenação, Isabelle Carvalho, Leonor Jacob e Rita Ribeiro mantêm o objetivo de identificar, amplificar e ligar mulheres de várias regiões, idades e áreas profissionais, da ciência à cultura, da tecnologia aos direitos humanos. A iniciativa pretende manter o foco na sustentabilidade e na economia.

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