- O heliporto do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, continua encerrado; o desbloqueio depende de parecer da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).
- A suspensão, desde fevereiro, deve-se a alterações legais sobre aterragem e levantamento de helicópteros, com o município a apoiar estudo topográfico da zona, ainda sem resultados finais.
- O vice-presidente da Câmara disse que o encerramento não compromete a saúde dos matosinhenses, a não ser em caso de catástrofe, e que impede transferências de fora, como de Bragança ou Macedo de Cavaleiros.
- A taxa turística gerou 1,4 milhões de euros em 2025; o debate sobre o plano de expansão do Porto de Leixões vai ocorrer na Assembleia Municipal no dia 30.
- O parque de autocaravanas em Perafita é ilegal e não licenciável; o processo está em tramitação e deverá terminar com o encerramento e a limpeza do terreno.
O heliporto do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, vai manter-se encerrado. A suspensão mantém-se desde fevereiro, alegadamente devido a novos requisitos de aterragem e levantamento impostos pela lei recente, que afetam a área circundante. A decisão depende de um parecer da ANAC.
O vice-presidente da Câmara, Carlos Mouta, que substituiu Luísa Salgueiro, explicou que a Autarquia está a apoiar o estudo topográfico da zona, mas ainda não existem resultados finais. A responsabilidade pela resolução cabe exclusivamente à ANAC.
Mouta indicou que a suspensão poderá estar relacionada com a altura de árvores e postes de alta tensão. Contudo, sublinhou que o encerramento não coloca em risco a saúde local, a não ser em situações de catástrofe, preservando apenas o uso externo para transferências de fora da região.
Parque de autocaravanas em Perafita é ilegal
Durante o período reservado ao público, o vice-presidente afirmou que é necessária uma terceira travessia entre Leça da Palmeira e Matosinhos, para acompanhar a ponte móvel e a A29. A obra, de grande dimensão, envolve a esfera do Estado e Infraestruturas de Portugal.
O vereador Fernando Rocha informou que o parque é ilegal e não licenciável. O processo encontra-se em tramitação, com o encerramento e a limpeza do terreno previstos como desfecho.
Taxa turística e planeamento portuário
A aplicação da taxa turística revelou uma receita de cerca de 1,4 milhões de euros para 2025. O tema do plano de expansão do Porto de Leixões, especialmente relativo a contentores, volta a ser objeto de debate na Assembleia Municipal agendada para o dia 30.
Entre na conversa da comunidade