- Várias centenas de pessoas manifestaram-se em Lisboa, exigindo o fim das agressões dos EUA e de Israel contra o Irão, numa iniciativa organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
- O protesto teve início na Cidade Universitária e seguiu em direção à Embaixada dos Estados Unidos, terminando em Sete Rios por volta das 16h30.
- As palavras de ordem dominantes foram “Paz sim, guerra não”, com faixas a defender desarmamento, independência da Palestina e fim da ingerência na Venezuela e do bloqueio a Cuba.
- A manifestação contou com apoio de mais de setenta organizações, sob o mote “Paz, Soberania e Solidariedade! Fim às ameaças e às agressões dos EUA!”, criticando o alinhamento do Governo português.
- Participantes, entre eles idosos e jovens, denunciaram ataques e a militarização, lamentando a suposta contribuição de governos europeus para o conflito e pedindo uma resposta firme de Portugal.
O que aconteceu
Centenas de pessoas protestaram em Lisboa contra o conflito no Médio Oriente, exigindo o fim de agressões e ameaças entre EUA e Israel contra o Irão. A manifestação foi organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
Quem está envolvido
Participaram cidadãos várias organizações, apoiadas por mais de 70 entidades. Os manifestantes exibiram cartazes com mensagens a favor desarmamento, independência da Palestina e fim de ingerência em países como Cuba e Venezuela.
Quando e onde
O protesto iniciou na Cidade Universitária e seguiu em direção à Embaixada dos EUA, terminando em Sete Rios. O encontro ocorreu este sábado, com o grupo a realizar o percurso por volta das 15:00, terminando por volta das 16:30.
Porquê e mensagens dominantes
As palavras de ordem enfatizaram a paz e o repúdio à militarização. Os participantes manifestaram críticas à atuação de EUA e Israel, bem como ao posicionamento de Portugal segundo os organizadores, que acusam o governo de alinhamento com políticas de confronto.
Desdobramentos e depoimentos
Entre os presentes, moradores de diferentes idades defendiam ações pela independência de povos e pela retirada de bases militares que, associadas a potências externas, segundo os organizadores, agravam a instabilidade. A projeção era de ampliar o debate público sobre intervenção e soberania.
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