- Alunos e professores de escolas artísticas privadas e cooperativas protestam em Lisboa, frente ao Ministério da Educação, às 15:00 de quinta-feira, pela atualização do apoio financeiro do Estado.
- O protesto é organizado por representantes das escolas artísticas especializadas, com cerca de 50 instituições já confirmadas para participar.
- Reivindicam a publicação até ao final de abril dos contratos de patrocínio, que definem as vagas gratuitas financiadas pelo Estado, evitando incertezas para alunos e docentes.
- Alegam que, há mais de oito anos, os concursos são divulgados apenas em julho ou agosto, causando dificuldades no planeamento de cursos e horários das escolas.
- A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo junta-se à manifestação, salientando que 98% dos alunos frequentam conservatórios privados/cooperativos, que representam cerca de 32.000 estudantes.
Alunos e professores de escolas artísticas privadas e cooperativas protestaram hoje, em Lisboa, junto ao Ministério da Educação, às 15h. O objetivo é exigir a atualização do apoio financeiro do Estado e pôr fim ao congelamento de 2009.
Rui Fernandes, diretor da F, afirmou que 50 escolas já confirmaram presença no protesto. O movimento envolve também pais e não docentes.
Os manifestantes exigem a publicação, até ao final de abril, dos contratos de patrocínio, que definem as vagas para estudantes financiados pelo Estado. O atraso afeta planeamento de cursos e horários.
Além disso, reclamam acesso equitativo à rede de ensino artístico especializado, para evitar exclusões por vagas ou desigualdades territoriais.
Participam o Conservatório David de Sousa (Figueira da Foz), o Conservatório Silva Marques Vila Franca de Xira e a Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo (Oeiras). A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo junta-se à marcha.
Rodrigo Queiroz e Melo, diretor executivo da associação, afirmou que 98% dos alunos frequentam conservatórios do sector privado e cooperativo. A organização recorda que, desde 2009, os Governos têm desinvestido nesta rede.
Segundo o comunicado da associação, 32.000 alunos frequentam conservatórios privados cooperativos, o que sustenta a defesa por atualização do financiamento.
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