- Em Portugal, marchas pelo Dia Internacional da Mulher realizaram-se em várias cidades, um dia antes de o Presidente deixar o Palácio de Belém.
- O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, saudou todas as mulheres portuguesas numa mensagem publicada no site oficial.
- O presidente eleito, António José Seguro, disse que não podem existir desigualdades e que muitas mulheres vivem com medo na própria casa.
- O Observatório de Mulheres Assassinadas indica 709 mulheres mortas entre 2002 e 2025 e 939 vítimas de tentativa de homicídio; no último ano foram sinalizados 22 femicídios, todos cometidos por homens.
- O Movimento Democrático de Mulheres organizou protestos em 17 cidades contra baixos salários, degradação dos serviços públicos e violência, pedindo respostas rápidas para a reconstrução de concelhos afectados pelo mau tempo.
Marcelo Rebelo de Sousa saudou, na véspera do 8 de Março, todas as mulheres portuguesas, destacando a sua presença no país. O Presidente eleito, António José Seguro, sublinhou a necessidade de reduzir desigualdades e de garantir segurança. Marchas por direitos marcaram o Dia Internacional da Mulher em Portugal.
Em Portugal, as concentrações decorreram por todo o país, numa toada global de protesto. O MDМ organizou marchas em 17 cidades para exigir salários mais justos, melhoria dos serviços públicos e respostas rápidas para a reconstrução de áreas afetadas pela chuva e pelo mau tempo.
Dados sobre violência e direitos
Segundo o Observatório de Mulheres Assassinadas, entre 2002 e 2025 morreram 709 mulheres por violência, com 939 vítimas de tentativa de homicídio. No último ano, registaram-se 22 femicídios, todos cometidos por homens.
Conectividade mundial e metas
Em paralelo, várias marchas ocorreram em cidades como Kiev, Roma, Paris e Madrid, onde houve apelos por igualdade, menos violência e resistência a medidas extremistas. A ONU lembra que, globalmente, as disparidades legais entre homens e mulheres persistem.
Perspectivas internacionais
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas reforça que nenhum país eliminou por completo as assimetrias legais. Em 2024, várias regiões continuam sem leis de igualdade salarial, proteção contra casamento infantil e direitos em áreas como trabalho, finanças e propriedade. O tema global deste ano é Direitos, Justiça e Ação para todas as mulheres e raparigas.
Entre na conversa da comunidade